Em 2009 farei 28 anos e a Microsoft irá lançar o Windows 7 menos de 2 anos após o lançamento do Windows Vista que foi um nítido fiasco a ponto ser lembrado e comparado com o Windows Millenium, isso faz com que eu pense que antes de 18 de Novembro de 2012 verei um “WindUX”.
Pelos testes que eu pude fazer com as versões alfa e beta do Windows 7 eu pude perceber que ele representa uma grande melhora com relação ao Windows Vista entretanto ele ainda é muito maior e mais pesado do que o Windows XP SP3 se ainda formos levar em comparação com o Windows XP sem qualquer tipo de serviçe pack podemos perceber que o SO mais utilizado no mundo está nitidamente se inchando versão a versão para conseguir melhorar a sua segurança e apresentar pouca ou quase nenhuma diferença ou novas funcionalidades.
A maior lição que eu penso que podemos tirar dessa história e que a Microsoft certamente aprendeu é que o usuário está disposto sim a sempre se atualizar e ter o SO mais atual entretanto ele não está disposto mais a abrir mão do desempenho, ter que fazer upgrades ou mesmo troca completamente um equipamento para ter um desempenho pior ou no mínimo igual ao que tinha antes e pior ainda ter que abrir mão daquele software que simplesmente é incompatível com o novo sistema operacional.
Cada vez mais os usuário estão exigentes com o desempenho, segurança e robustez do seu SO e se ainda levarmos em consideração que netbooks ou subnotebooks estão vindo com força total a ponto de ser mais um item indispensável para as pessoas podemos perceber que embora mesmo com todo esforço que a Microsoft fez para melhorar o Windows 7 em comparação com o Vista ela está chegando ao seu limite onde melhorar o sistema ficará impossível ou cada vez menos perceptível ao usuário sem uma drástica mudança para não dizer a necessidade de se reescrever tudo do zero.
Pensem que enquanto a Microsoft batalha arduamente para ter uma performance parecida com a do seu próprio sistema antecessor e melhorar a segurança do Windows 7 distribuições Linux que não chegam a ocupar 1gb de instalação ante 6 ou 7 gb no disco e que rodam tranqüilamente em micros com 512mb de ram ante 2gb de ram para um desempenho confortável do Windows hoje batalham para o carregamento completo da “Graphics User Interface – Interface Gráfica de Usuário” na casa dos 15 a 25 segundos com um consumo cada vez menor de baterias para dispositivos móveis vemos que ela está ficando par traz assim como já ficou visivelmente para traz no mercado dos browsers fato que está estampado para todo mundo que está vendo o Internet Explorer cair trimestre a trimestre e seus rivais crescerem justamente onde ele encolheu.
Pensando melhor sobre isso podemos perceber que o kernel do Windows é praticamente o mesmo desde o Windows 2000 que foi sendo alterado e aprimorado com o passar do tempo, entretanto a um custo de ficar cada vez maior e mais lento, e ainda por conta disso fazendo que muitos bugs estejam presentes em várias versões do Windows.
Como o desenvolvimento de um kernel é demorado e caro e ao bom exemplo do que a Apple conseguiu ao deixar seu kernel para o passado e aproveitar o kernel derivado do BSD em 2001 com ótimos resultados a ponto de voltar a crescer e chegar a quase 9,8% de utilização no mundo isso porque ela não disponibiliza o SO para outras plataformas de hardware que não as fabricadas por ela podemos pensar a sério nessa possibilidade.
Quando lembramos ainda que a Microsoft é dona de parte da Apple, Novell e sabe-se lá quais empresas mais envolvidas diretamente com sistemas derivados do Unix podemos perceber que uma boa noção e o valor de se fazer isso eles tem ou podem adquirir rapidamente.
Visivelmente também a Microsoft vem pouco a pouco inserindo recursos que sempre estiveram presentes em Unix ou baseados nele como o “PowerShell” e mais recentemente o “Server Core” presente no Windows Server 2008.
Por fim eu não tenho a hábito de jogar ou fazer apostas, mas se eu tivesse que apostar em alguma mudança grande para o futuro da industria de TI eu certamente apostaria que a gigante de Redmond não levará mais do que 3 anos para abandonar seu kernel e partir para o desenvolvimento de um SO com kernel variantes de Unix uma pura e simples mistura de kernel Unix e GUI Windows. A única coisa que vou deixar para analisar depois dos meus 31 anos é se isso foi bom para o mundo Unix e livre.
Por Carlos Tavares
15/06/2009
http://ti-online.blogspot.com
segunda-feira, 15 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Montando volume Novell no Linux
Montando volume Novell no Linux
Se você quer acessar um servidor de arquivos Novell através de uma estação com Linux, execute os passos abaixo:
Instale os pacotes necessários:
# apt-get install ncpfs ipx
Após a instalação, digite o comando abaixo para montar o volume Novell:
# ncpmount -S [hostname] -U [usuário] -V [volume] -f 777 [ponto de montagem]
Digite a senha do seu usuário de rede Novell (caso exista).
Agora é só acessar o volume no diretório montado.
$ cd /ponto/de/montagem
Para desmontar o volume, use o comando abaixo:
# ncpumount -S [hostname]
Obs.: Não esqueça que para você desmontar o volume, você precisará estar fora do diretório onde o mesmo foi montado.
Publicado por Bruno Faria Aguieiras em 27/09/2007
www.vivaolinux.com.br
Se você quer acessar um servidor de arquivos Novell através de uma estação com Linux, execute os passos abaixo:
Instale os pacotes necessários:
# apt-get install ncpfs ipx
Após a instalação, digite o comando abaixo para montar o volume Novell:
# ncpmount -S [hostname] -U [usuário] -V [volume] -f 777 [ponto de montagem]
Digite a senha do seu usuário de rede Novell (caso exista).
Agora é só acessar o volume no diretório montado.
$ cd /ponto/de/montagem
Para desmontar o volume, use o comando abaixo:
# ncpumount -S [hostname]
Obs.: Não esqueça que para você desmontar o volume, você precisará estar fora do diretório onde o mesmo foi montado.
Publicado por Bruno Faria Aguieiras em 27/09/2007
www.vivaolinux.com.br
domingo, 24 de maio de 2009
Instalando Programas com o Wine
Como usar o Wine?
Quando eu tive interesse em utilizar o Wine eu instalei o mesmo via APT no meu Ubuntu 9.04, alguns minutos após ter instalado e ainda sem executar a aplicação minha internet parou de funcionar e quando eu fui tentar utilizar eu não pude contar com o grande oráculo mais conhecido como google.
Penei por alguns minutos até desistir de tentar pensando em voltar a utilizar o mesmo depois que a internet voltasse, quando ela voltou e pesquisei em vários sites e não acreditava no quanto era fácil utilizar o Wine e nem em como eu mesmo não consegui me virar com o programa sem internet.
Bom, mesmo assim escrevo esse passo a passo de como usar o Wine.
Primeiramente instale o Wine, se for com ubuntu basta um #apt-get install wine
Se o pacote não estiver disponível no repositório baixe direto do site no endereço http://www.winehq.org/download
Após instalar entre em Aplicativos → Wine → Configure Wine lá dentro selecione a aba, “Unidades” e depois clique em Autodetectar.
Na aba “Applications” certifique-se de que existe a opção Default Settings e que ela está setada para rodar com compatibilidade com Windows XP.
Clique em Aplicar e depois feche.
Instalação de programas em modo gráfico
Para instalar programas via modo gráfico encontre o executável de instalação do programa pretendido como por exemplo “setup.exe” e com o botão direito do mouse clique sobre o ícone e selecione a opção “Abrir com Carregador de Aplicativos Windows Wine”.
Alguns segundos após clicar o programa será executado e a instalação irá começar idêntica a uma instalação no Windows XP, se o programa indicar o local de instalação aceite embora o endereço “C:\...” não exista no Linux pois o Wine se encarregou de emular esse volume e demais dependências de execução do programa que eram fornecidas pelo Windows.
Depois disso todos os programas que você instalar ficarão em Aplicativos → Wine → Programas → “Nome do aplicativo instalado” → Executável, idêntico a forma que o Windows criaria no menu Iniciar → Programas.
Instalação de programas em modo Terminal
Se preferir instalar e executar via terminal localize o diretório onde está o executável de instalação e execute o comando como usuário normal mesmo $ wine setup.exe onde “setup.exe” é o provável executável de instalação.
Pronto agora é ser feliz e usar seus programas que existem apenas para Windows no Linux, lembrando que nem todos os programas funcionam no Wine. Uma lista dos programas que funcionam e já foram testados pode ser encontrada em http://appdb.winehq.org lembrando que se o programa não estiver lá não significa que não funcione. Você terá que testar para ver se funciona.
Até a próxima.
Carlos Tavares
24/05/2009
Quando eu tive interesse em utilizar o Wine eu instalei o mesmo via APT no meu Ubuntu 9.04, alguns minutos após ter instalado e ainda sem executar a aplicação minha internet parou de funcionar e quando eu fui tentar utilizar eu não pude contar com o grande oráculo mais conhecido como google.
Penei por alguns minutos até desistir de tentar pensando em voltar a utilizar o mesmo depois que a internet voltasse, quando ela voltou e pesquisei em vários sites e não acreditava no quanto era fácil utilizar o Wine e nem em como eu mesmo não consegui me virar com o programa sem internet.
Bom, mesmo assim escrevo esse passo a passo de como usar o Wine.
Primeiramente instale o Wine, se for com ubuntu basta um #apt-get install wine
Se o pacote não estiver disponível no repositório baixe direto do site no endereço http://www.winehq.org/download
Após instalar entre em Aplicativos → Wine → Configure Wine lá dentro selecione a aba, “Unidades” e depois clique em Autodetectar.
Na aba “Applications” certifique-se de que existe a opção Default Settings e que ela está setada para rodar com compatibilidade com Windows XP.
Clique em Aplicar e depois feche.
Instalação de programas em modo gráfico
Para instalar programas via modo gráfico encontre o executável de instalação do programa pretendido como por exemplo “setup.exe” e com o botão direito do mouse clique sobre o ícone e selecione a opção “Abrir com Carregador de Aplicativos Windows Wine”.
Alguns segundos após clicar o programa será executado e a instalação irá começar idêntica a uma instalação no Windows XP, se o programa indicar o local de instalação aceite embora o endereço “C:\...” não exista no Linux pois o Wine se encarregou de emular esse volume e demais dependências de execução do programa que eram fornecidas pelo Windows.
Depois disso todos os programas que você instalar ficarão em Aplicativos → Wine → Programas → “Nome do aplicativo instalado” → Executável, idêntico a forma que o Windows criaria no menu Iniciar → Programas.
Instalação de programas em modo Terminal
Se preferir instalar e executar via terminal localize o diretório onde está o executável de instalação e execute o comando como usuário normal mesmo $ wine setup.exe onde “setup.exe” é o provável executável de instalação.
Pronto agora é ser feliz e usar seus programas que existem apenas para Windows no Linux, lembrando que nem todos os programas funcionam no Wine. Uma lista dos programas que funcionam e já foram testados pode ser encontrada em http://appdb.winehq.org lembrando que se o programa não estiver lá não significa que não funcione. Você terá que testar para ver se funciona.
Até a próxima.
Carlos Tavares
24/05/2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
OpenVPN no Linux e no Windows
Um dos melhores artigos em português que eu já encontrei sobre o OpenVPN no Linux e também no Windows. Muitos detalhes são abordados por Carlos Morimoto.
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/openvpn/
Artigo Relacionado também muito bom é o do Viva o Linux criado por Guilherme Rezende.
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/VPN-em-Linux-com-OpenVPN/
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/openvpn/
Artigo Relacionado também muito bom é o do Viva o Linux criado por Guilherme Rezende.
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/VPN-em-Linux-com-OpenVPN/
terça-feira, 28 de abril de 2009
Resolvendo o problema de falta de memória Java no Openfire 3.6.3 instalado em Debian 4.
Falta de memória Java no Openfire
Resolvendo o problema de falta de memória Java no Openfire 3.6.3 instalado em Debian 4.
Se você já percebeu na pagina inicial do serviço do Openfire a barra de memória Java se aproximando do 100% de utilização ou já teve o serviço do Openfire paralisado por causa disso veja como é simples resolver esse problema.
O Openfire determina um valor padrão para a a memória Java no momento de sua instalação conforme a memória do servidor, em alguns casos onde o serviço é instalado em maquinas com pouco memória acabamos tendo um problema com isso principalmente conforme os usuários ficam logados e utilizam o serviço.
Para resolver se você fez a instalação padrão do Openfire no Debian 4 sem nenhuma frescura você deve editar o arquivo openfire que está localizado em /etc/default/openfire
Lá dentro edite a linha
DAEMON_OPTS="”
Dentro das “” você deverá colocar os valores mínimos e Maximo para utilização da memória java ou mesmo pode determinar o valor mínimo igual ao Maximo para ele sempre ter aquele valor disponível.
Exemplo
DAEMON_OPTS="-Xms128m -Xmx256m"
Obs.: Apenas tome cuidado com o valor que vai colocar para não comprometer o resto da memória do sistema. Na maquina que eu fiz essa configuração que roda apenas o Openfire e que tem 512MB de Ram eu determinei um valor que vai de 128MB até 256MB deixando ainda outros 256MB livres para o restante do sistema. Essa maquina suporta 50 usuários sem problema.
Resolvendo o problema de falta de memória Java no Openfire 3.6.3 instalado em Debian 4.
Se você já percebeu na pagina inicial do serviço do Openfire a barra de memória Java se aproximando do 100% de utilização ou já teve o serviço do Openfire paralisado por causa disso veja como é simples resolver esse problema.
O Openfire determina um valor padrão para a a memória Java no momento de sua instalação conforme a memória do servidor, em alguns casos onde o serviço é instalado em maquinas com pouco memória acabamos tendo um problema com isso principalmente conforme os usuários ficam logados e utilizam o serviço.
Para resolver se você fez a instalação padrão do Openfire no Debian 4 sem nenhuma frescura você deve editar o arquivo openfire que está localizado em /etc/default/openfire
Lá dentro edite a linha
DAEMON_OPTS="”
Dentro das “” você deverá colocar os valores mínimos e Maximo para utilização da memória java ou mesmo pode determinar o valor mínimo igual ao Maximo para ele sempre ter aquele valor disponível.
Exemplo
DAEMON_OPTS="-Xms128m -Xmx256m"
Obs.: Apenas tome cuidado com o valor que vai colocar para não comprometer o resto da memória do sistema. Na maquina que eu fiz essa configuração que roda apenas o Openfire e que tem 512MB de Ram eu determinei um valor que vai de 128MB até 256MB deixando ainda outros 256MB livres para o restante do sistema. Essa maquina suporta 50 usuários sem problema.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Alterar o CD do Windows XP
Segue o link do bom artigo de Marcos Aurelio Picao que mostra como alterar a imagem do Windows XP para poder adicionar drivers e muitas outras coisas... ótimo artigo que pode salvar a vida de muita gente quando compra aquele notebook em supermercado que vem com o Vista mas que você quer usar o XP também conhecido como "Ultimo Windows para Desktop Bom"
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/nlite/
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/nlite/
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